Xubuntu, Kubuntu, Ubuntu, XGL, ATI, Beryl, GIJ, IBM J2SDK no iBook G3 900MHz
Posted by André Ribeiro Camargo Sun, 19 Nov 2006 13:09:00 GMT
Desde quando instalei o novo HD no iBook estou a procura de um sistema operacional que me permita trabalhar com Rails de forma que eu não precise terminar de roer as últimas unhas que me sobram nos dedos das mãos.
Ok, eu sei que minha máquina é velha e desatualizada, mas como não tenho dinheiro para comprar um MacBook novinho… e nem quero me desfazer do que tenho… estou procurando o melhor custo/benefÃcio para trabalhar no laptop.
Testei vários sabores de OSX, o único que fica com performance decente é o Jaguar (pré-histórica versão 10.2). O problema é que esta versão não suporta java 1.4.2 (necessária para rodar RadRails), nem Locomotive, todas aplicações novas são para Tiger e parece que a Apple não se preocupa em manter compatibilidade com versões antigas. É o preço que se paga por inovação. Infelizmente não estou afim de pagá-lo agora, então acabei desistindo e parti para o Linux.
Instalei o Xubuntu, Kubuntu e Ubuntu. Xubuntu é realmente leve e parece ser a opção. Não consigo gostar do Kubuntu. E neste momento estou usando Ubuntu, gostei dele, finalmente o gerenciamento de energia está quase no patamar do “Mac OS” e o GNOME é bem mais completo que o Xfce (ok ok nem vamos tentar comparar).
Fazia muito tempo que eu tinha desejos de ver o tal XGL rodando e finalmente ontem consegui achar um repositório para ubuntu ppc. Confesso que apanhei bastante para conseguir fazer funcionar o servidor XGL e o Beryl, mas depois de algumas horas (várias horas) aqui estava eu usando Linux com altos efeitos visuais. Sinceramente achei que fosse ficar mais impressionado, mas para quem já teve o prazer de usar OSX os efeitos no Linux são no mÃnimo: igual ao OSX :-D Pretendo deixar uma sessão com XGL e outra sem, a primeira para impressionar os incrédulos em Linux e a outra para trabalhar (com XGL comendo cerca de 40% da CPU não tem como rodar rails & cia com performance aceitável).
Agora estou lutando contra o eclipse. Instalei o GIJ (que vem com ubuntu) e j2sdk da IBM, nenhum deles está funcionando direito. O melhorzinho ainda me parece o GIJ e ambos são lerdos. Não sei o que estou fazendo de errado, mas o Subclipse não quer funcionar de maneira alguma. Na verdade, eu queria uma IDE para Rails que fosse rápida, senão o jeito vai ser voltar pra linha de comando e o bom e velho Vim.
Resumindo, trabalhar que é bom… nada!

Olá André. Tenho duas máquinas em casa e utilizo o Xubuntu 6.10 em um Celeron 500 com 128Mb de memória e 6Gb de HD, estou satisfeito. No Pentium 4 utilizo o Ubuntu 6.06, pois também não sou fã do KDE. Agora com relação ao ambiente para Rails, eu estou utilizando o RadRails sem o Eclipse, pois este é muito pesado. Abraço.
IBM 90 ANOS – UMA EMPRESA SORTUDA OU SERÃ? AZAR DOS EX-IBMistas Boletim AEXI-B Ano 11 numero 71 A próxima vÃtima poderá ser você IBMista, take care…. (o texto é um pouco longo, mas vale a pena ler) Em junho, a IBM completa 90 anos de atuação no Brasil. Na primeira metade do século passado, sua história foi de tabuladoras, relógio de ponto e até máquina de moer café, tudo começando em 1917 com o censo demográfico para o Governo brasileiro. Nas primeiras 3 décadas da segunda metade do século, a IBM se consolida mundialmente e aqui no Brasil com a sua cultura de serviços de tecnologia então jamais vistos. Nesta época, mais de 4.000 brasileiros achavam que tinham chegado ao paraÃso. Eram os “IBMistasâ€?, funcionários da IBM Brasil, pois a empresa tinha um conceito de senão a melhor, uma das melhores empregadoras do PaÃs, uma companhia modelo mundial em tudo e principalmente no entendimento entre empresa e funcionários. Oferecia emprego vitalÃcio, salários elevados, planos de assistência social inigualáveis e mais um sem número de benefÃcios e serviços, tudo isto dentro de sua PolÃtica de Recursos Humanos diferenciada do Mercado para manter profissionais altamente qualificados em seus quadros. Imaginem que chegou a criar um plano de aposentadoria para seus funcionários no qual só ela contribuÃa, e ao chegar à idade ou tempo de trabalho limite, o funcionário se aposentaria com todos os direitos desse plano, inclusive seguro saúde. Também é verdade que os recursos que usou no Brasil para isso, foram recursos incentivados e/ou beneficiados pelas regras e leis existentes no paÃs. Mas a IBM era “perfeitaâ€? e se assim o fez estava correto. Nenhum funcionário teria dúvidas de que a IBM estava cuidando da aposentaria dele e por isso não precisava de outros planos. Ela tinha catequizado sua legião a independer do mundo externo, pois ela provia tudo que o funcionário necessitava. Eles acreditavam piamente na Empresa. Durante mais de uma década seguidamente a IBM teve o maior lucro do mundo, e durante todos estes anos sempre esteve entre os primeiros graças à visão de sua administração e à dedicação excepcional de seus funcionários. Não podia ser de outra forma. A administração da IBM estava baseada em três CREDOS. “Respeito pelo IndivÃduoâ€? era o primeiro e principal deles, cuidando sempre da dignidade e dos direitos de cada pessoa na Organização e não apenas quando for conveniente ou oportuno fazê-lo. Quem não se dedicaria cegamente a uma empresa com tal postura? Com tal Credo? A vida era uma maravilha. O IBMista tinha status, era muito bem recebido em todas empresas e no Governo. A proteção financeira e social da IBM funcionava como uma verdadeira blindagem contra os dissabores que costumam afligir os empregados comuns, e eles não tinham com o que se preocupar, a não ser com o trabalho e seus objetivos. Mas o tempo passou. Os processos operacionais se modernizaram, e… a IBM já não precisava de tantos. A IBM iniciou a quebra dos seus CREDOS. Tinha que demitir os “indivÃduosâ€? e então ofereceu um Programa de Demissão Voluntário – PDV chamado internamente de SPECIAL OPPORTUNITY PROGRAM – SOP, que foi logo apelidado de “SOPÃOâ€?, uma indenização financeira pela quebra da promessa de pleno emprego e a informação que não tinham mais o direito ao Plano de Aposentadoria, indenização esta muito aquém daquela que pudesse “comprarâ€? um Plano de Aposentadoria e Assistencial aos moldes daquele que a IBM tinha. Tudo muito bem feito. Afinal a IBM “respeitava indivÃduosâ€?. E para isso foi montada uma operação muito bem arquitetada onde os gerentes receberam instruções para “indicarâ€?, dentro de quantitativo determinado, quais os “indivÃduosâ€? que deveriam receber o bilhete azul. A mensagem era clara, quem não aceitasse o “conviteâ€? para se demitir com o “sopãoâ€?, seria desligado dos projetos importantes, e o seu emprego não seria garantido caso não se conseguissem atingir o quantitativo desejado e ele poderia ser demitido sem o “sopãoâ€?. Havia até uma assinatura onde o IBMista se dizia “ciente de que não teria mais direitoâ€?. Apesar de “cienteâ€? não significar aceitação ou concordância, para a IBM, uma empresa sempre tão clara e precisa, o IBMista estava concordando que não poderia mais participar do plano de aposentadoria, mesmo arcando integralmente com as contribuições, e que não teria como recuperar décadas perdidas por não ter se inscrito em outro plano, pois a IBM, lhe havia garantido um. Tudo isso sem esclarecimento que levasse o “indivÃduo respeitadoâ€? a repensar sua saÃda da IBM. Foram mais de 4.000 ex-IBMistas que ficaram desempregados, com esta indenização mas praticamente sem mercado de trabalho pois a oferta superava em muito as vagas disponÃveis, que eram poucas para os especialistas IBM. A maioria deles tentou uma adaptação em novas atividades, porém o resultado, na sua grande maioria foi desastroso. O dinheiro foi acabando e as preocupações, antes inexistentes, como plano de saúde, colégios para os filhos, qualidade de vida foram se reduzindo e de concreto mesmo, só poderiam contar com a aposentadoria do INSS. A situação era horrÃvel para a maior parte deles. Nisso, alguém descobre que os IBMistas tinham direito de continuar no Plano de Aposentadoria – o direito de continuarem contribuindo para a FUNDAÇÃO, mantendo a qualidade de participante do Plano e, com isso, assegurando o benefÃcio da suplementação de suas aposentadorias, a ser conquistada, mais adiante, e com isso eles poderiam recuperar, em parte, o status perdido. A Fundação criada pela IBM para complementar suas aposentadorias teria sonegado tal direito quando eles se desligaram dos empregos. A explicação da Fundação era absurda. Ela utiliza três argumentos para negar este direito: 1o – decadência, 2o – renúncia e 3o o fato dela ter feito a contribuição total para a Fundação sem a participação dos funcionários. Embora estes fatos sejam aspectos jurÃdicos a serem considerados em ações, para os ex-IBMistas essas alegações soam muito mal porque, na verdade, a Fundação IBM não fez essas alegações na época do acordo de saÃda. Hoje todos eles se sentem enganados uma vez que nunca tiveram a oportunidade de optar pela continuidade ou não de contribuir para a Fundação IBM. Ora se hoje a Fundação apela para a renúncia ou decadência é porque na época havia, de fato, tal direito. Além disso, sem qualquer mudança da lei, em 2005, a IBM alterou os Estatutos da sua Fundação para incluir tal direito, sem qualquer menção ao passado! Quanto ao 3o argumento, a IBM ter feito a contribuição total, o que ela não faz mais desde 1986, face ao superávit existente na Fundação IBM gerado pelos PDV’s, muitos Juizes tem dito que ao fazer a contribuição total, a IBM está fazendo a parte dela e a do funcionário, como remuneração indireta, e por isso o funcionário teria o direito à Fundação, bem como julgam que a IBM deve se enquadrar em todos os incisos de um artigo da Lei e não a somente alguns como ela quer. Os ex-funcionários entraram na Justiça pedindo o resgate do direito com a reintegração retroativa ao Plano de Aposentadoria e de pronto foram ganhando algumas ações, sendo que uma delas em definitivo no STJ. Note aqui que o pleito não é absurdo. Não se pede indenização. Pede-se o direito de ser reintegrado ao Plano que ter a continuidade de seus direitos. Parecia que vinha uma maré de sorte. Puro engano. Os autores da ação ganha no STJ, em 2002, até agora não foram ainda reintegrados. Mas a IBM atesta em JuÃzo que assim o foram! Fato marcante, é que um deles conseguiu a tutela antecipada do Juiz, a IBM argüiu e ele faleceu sem ter seu direito exercido!
Depois desta ação vitoriosa, a Justiça começou a mudar de posição. Ganhava-se na primeira instância, perdia-se no Tribunal. Ganhava-se no Tribunal por maioria, perdia-se no recurso no mesmo Tribunal. Votava-se a favor num processo, meses depois se votava contra, sem qualquer explicação plausÃvel. O STJ não tomava conhecimento dos recursos, pois implicava em reexame de fatos e provas. Em processo que lá chegou vitorioso, foi conhecido e julgado com a cassação da decisão do Tribunal que era favorável aos ex-IBMistas, sendo esta a única exceção até hoje. Desta forma, o cenário na Justiça estava realmente muito difÃcil. Porém, eis que surge uma janela de esperança. Com o advento do Governo Lula, um Governo para os trabalhadores (não era este o discurso?) A Associação dos ex-IBMistas do Brasil – AEXI-B, resolve enfatizar o uso da Agência supervisora e fiscalizadora dos seus direitos que é a Secretaria de Previdência Complementar – SPC, vinculada ao MPAS. Ela poderia resolver o caso de todo eles de uma só vez. A AEXI-B faz então uma representação junto a SPC em janeiro de 2003. Para o amplo direito de defesa, o novo Secretário forneceu aos ex-IBmistas, que não tinham recebido Estatutos e Regulamentos da sua Fundação, acesso aos arquivos da SPC. Lá eles descobriram que em 1990 a Fundação e a IBM tinham pedido autorização a SPC para poder excluir automaticamente os ex-IBMistas que tivessem cessado o contrato de trabalho com a IBM. A resposta da SPC para a IBM foi NEGATIVA, pois os participantes tinham o direito de dar continuidade ao Plano desde que pagassem o custeio integral do mesmo, dali em diante até poder se aposentar. A SPC em ofÃcio à IBM e Fundação determinava que esse direito fosse respeitado. A AEXI-B levou essa documentação para o pedido concluindo que, se a própria SPC já tinha informado à Fundação IBM, eles tinham o direito de continuar no Plano. Como o Parecer estava demorando, a pedido da AEXI-B, a Comissão de Seguridade Social e FamÃlia – CSSF da Câmara dos Deputados convocou uma Audiência Pública para discutir irregularidades relativas à Fundação Previdenciária IBM em 21.10.2003, tendo como convidados o Secretário de SPC, a Superintendente da Fundação IBM, e Membro do Conselho de Gestor da Previdência Complementar – CGPC, JOSÉ RICARDO SASSERON. Apenas o último compareceu e reconheceu que as denúncias eram muito graves e que “a fiscalização (da SPC) foi falha, foi uma negligência do Estadoâ€?. Parecia que a sorte ia finalmente chegar. A CSSF, após sua análise e conclusões, reconheceu os direitos dos ex-IBMistas e deveres da SPC. A solução, depois de muita insistência e paciência, saiu através do tão esperado parecer. Coincidentemente ou não, sua entrega ao Presidente da AEXI-B, foi logo após a audiência do Senador Marcelo Crivella com o Ministro da Previdência para cobrar uma solução para o caso. O referido Parecer reconheceu que os ex-IBMistas tinham o direito de continuar no Plano e que a Fundação tinha obrigação legal de oferecer tal opção aos participantes desligados dos empregos, e de incluir tal opção no Regulamento de BenefÃcios. Entretanto, colocou o ônus de uma prova judicial de que a Fundação não fez a oferta para continuarem no Plano. É verdade mesmo! A SPC partiu do pressuposto que como havia uma determinação sua, em 1990, a Fundação respeitou o direito dos participantes de continuarem no Plano, e ofertou a eles tal opção, muito embora, a Fundação, durante toda a sua defesa junto à SPC alegasse sempre que os participantes não tinham tal direito e também não colocaram tal opção no Regulamento. Ah! Agora a sorte chegou! Conseguiu-se a prova judicial que a SPC exigia e a CSSF encaminhou para a SPC pedindo providências. Mesmo com várias reiterações, somente respostas evasivas, promessas de fiscalização sem nenhuma resposta efetiva e conclusiva até o momento. Na tentativa de novos rumos e soluções efetivas, a AEXI-B fez uma representação junto ao Ministério Público Federal para apurar quais as razões que levaram a SPC negligenciar do seu ofÃcio de fiscalizar os Fundos de Pensão e de proteger os interesses dos participantes dos mesmos, em face das graves denúncias feitas pela AEXI-B e pela CSSF. Com relação à sorte da IBM é que ela e a Fundação tiveram, com a exclusão ilegal de mais de 4.000 ex-IBMistas do Plano de BenefÃcios, a geração de um enorme superávit, resultado das reservas destinadas aos excluÃdos, constituÃda com dinheiro incentivado e que pertence a esses funcionários. Este superávit vem sendo usado para favorecer a patrocinadora IBM que por aquiescência da SPC, não paga mais o custeio do Plano, nem mesmo o administrativo, e ainda retira dele a importância de R$ 120 milhões de reais para pagar o Plano de Saúde que desde 1968 sempre foi encargo da patrocinadora IBM em total desacordo com a lei. É ou não é sorte da IBM? Ou será azar dos ex-IBMistas este fato ter acontecido no Brasil. É, pode ser. Associação do Ex-funcionários da IBM Brasil – AEXI-B
Quando qualquer pessoa é desligada de uma empresa, por pior que seja, o nÃvel de insatisfação e desnorteamento é alto, agora imagina quando se trata de um desligamento da empresa que esta entre as melhores empresas para se trabalhar no mundo? Sim acredito que de tempos em tempos algumas pessoas sofrem com esse efeito causado pela globalização do capital, e do mundo, pelas adaptações que a empresa sofre ao longo das decadas… Quem nunca se sentiu injustiçado no momento do SEU desligamento de uma corporação??? Apenas os sortudos que nunca passaram por isso? e quem ja passou? é azarado? ou é simplesmente o consequência do curso de nossas vidas? As vezes tomamos decisões em nossas vidas, e assumimos riscos, ao longo do tempo esquecemos dos riscos, e quando algo da errado, normalmente é porque nos acomodamos a não nos preocupar com nossos futuros. Não sei dizer se alguma das informações citadas acima são verÃdicas ou não, mas no caso de serem 100% verÃdicas… oque dizer de um ser-humano que abriu mão de guiar o seu futuro profissional e pessoal, deixando a cargo e qualquer outro essa função? QUEM DEIXARIA QUE OUTRA PESSOA GUIASSE A SUA PROPRIA VIDA? acredito que ninguem vai responder essa pergunta positivamente… mas o ser-humano é tendencioso, e tende a se acomodar diante de situações confortaveis, e o que é pior sempre busca um culpado para as coisas ruins que acontecem em suas vidas (oque são mera consequencia do seu comodismo)... Em fim, não estou sendo frio a ponto de não considerar que inumeras familias passaram por momentos difÃceis, mas isso nao acontece só com ex-funcionarios da IBM, mas de qualquer outra empresa no mundo.
Quando você “mima” demais uma criança ela deixa de dar valor as coisas que ela possui, as coisas que ela tem… e para de lutar por algo melhor…. a diferença entre a criança que é “mimada” pelos pais e avós, e o funcionário que é “mimado” pela empresa excelente em que trabalha é que o adulto ja deveria ter aprendido que toda vez que você para de lutar pelos seus objetivos… você cai, para que continue lutando pelos seus objetivos e ideiais… agora isso é dificil de esperar de uma criança…
Então, meu conselho é… sejamos adultos e maduros com nossas familias, amigos, parentes e principalmente com nossa carreira…
Só assim podemos ter certeza de que nunca devemos ter certeza de nada!!!!
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With so many Helen Keller’s quotes that: All the world is full of suffering. It is also full of overcoming. Alone we can do so little; together we can do so much. Although the world is full of suffering, it is also full of the overcoming of it. As selfishness and complaint pervert the mind, so love with its joy clears and sharpens the vision. As the eagle was killed by the arrow winged with his own feather, so the hand of the world is wounded by its own skill. Avoiding danger is no safer in the long run than outright exposure. The fearful are caught as often as the bold.
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